Sharapova fará jogo-exibição no Brasil

Postado por Suh segunda-feira, 17 de agosto de 2009 0 comentários

Boa notícia para os fãs brasileiros de Maria Sharapova. De acordo com a imprensa chilena, a musa russa fará uma série de três jogos-exibições pela América do Sul no fim do ano e desembarcará no Brasil em 3 de dezembro.

De acordo com o jornal chileno “El Economista”, Sharapova chegará ao Chile em 30 de novembro e enfrentará a argentina Gisela Dulko em 2 de dezembro para, em seguida, viajar ao Brasil.

A adversária e o local que a russa jogará ainda não foram definidos, segundo a publicação.

Anna Rogowska chegou a Berlim em busca de uma medalha de prata ou bronze. O ouro já tinha dona, já que a russa Yelena Isinbayeva parecia imbatível. Na verdade, Rogowska até tinha superado a recordista mundial recentemente, mas em um Grand Prix, em Londres, e a ideia de repetir a dose sequer tinha passado pela cabeça da polonesa.

- Se alguém tivesse me dito pela manhã que eu ganharia a medalha de ouro, eu teria rido. A surpresa quando Isinbayeva bateu no sarrafo foi imensa. Eu até agora não acredito que venci. Talvez amanhã eu vá entender o que aconteceu. Eu vim aqui sonhando com a prata, o ouro foi uma grande surpresa para mim.

A festa polonesa foi maior ainda por conta da medalha de prata de Monika Pyrek, empatada com a americana Chelsea Johnson.

- Vai ser uma festa muito grande na Polônia. Foi incrível. Um dia, eu cheguei a pensar em como seria legal se duas polonesas subissem ao pódio no Campeonato Mundial. Mas era só um sonho. Agora é realidade.

Rogowska disse ter estabelecido três metas para alcançar este ano: vencer o Campeonato Polonês, ganhar uma medalha no Mundial de Berlim e bater o recorde nacional de seu país. Os dois primeiros ela conseguiu, indo até mais longe do que o esperado. Mas ela ainda não esqueceu do último.

- Eu quero bater o recorde do meu país. Esse é o meu novo objetivo.

O técnico Vanderlei Luxemburgo, do Santos, saiu em defesa do volante Emerson e garante que é mentira que o reforço santista foi visto saindo carregado de uma boate de Santos no último final de semana, conforme chegou a ser noticiado por alguns veículos. Segundo Luxa, essas acusações partiram de evangélicos que apoiam a permanência de Roberto Brum no elenco.

Brum foi afastado por Luxemburgo por indisciplina (ele levou um cartão amarelo contra o Flamengo porque demorou a deixar o campo, quando estava sendo substituído, para discutir com a arbitragem). O afastamento serviu também para que fosse aberto espaço para Emerson, contratado para ser titular, mas que ainda precisa se recondicionar.


- Isso que estão falando é mentira. O próprio Emerson já avisou que quer falar comigo para explicar o que aconteceu. Tenho certeza que não foi nada. Já me falaram que as pessoas que avisaram os jornalistas (sobre a saída de Emerson da boate) são evangélicos favoráveis ao Brum - afirmou Luxa nesta segunda-feira, em entrevista à rádio Bandeirantes.

Emerson já participou de um treinamento coletivo, mas mostrou que ainda precisará de algum tempo mais para ter condições de jogo. Roberto Brum segue treinando separadamente à espera de uma proposta para continuar jogando. Ele tem contrato com o Peixe até dezembro de 2010 e será emprestado.

Matías Defederico está de malas prontas. O meia-atacante argentino confirmou nesta segunda-feira que quarta ou quinta desembarcará na cidade de São Paulo para realizar os exames médicos e assinar contrato de quatro anos com o Corinthians. O clube alvinegro espera a chegada do jogador para anunciar oficialmente sua contratação.

Aos 20 anos, Defederico está bastante empolgado com a possibilidade de atuar ao lado de Ronaldo. A promessa argentina, aliás, confirmou que o fato de disputar uma Libertadores no mesmo time do Fenômeno pesou muito na sua decisão de trocar o Huracán pelo Timão. O craque ainda não renovou para 2010, mas isso deve acontecer.

Emerson pensou, balançou. Chegou a exercitar o “fico” em seus pensamentos. Mas os árabes e o futuro da família não deixaram-no permanecer no Flamengo. Embora o clube ainda não tenha anunciado oficialmente, o Sheik será vendido ao Al-Ahli, dos Emirados Árabes.

O valor da transferência não foi divulgado, mas dificilmente ultrapassará a casa dos US$ 3 milhões (R$ 5,5 milhões). Apesar de abaixo da multa rescisória (quase R$ 16 milhões), o Rubro-Negro entendeu que não poderia atrapalhar a vida do jogador.

Contratado em março deste ano depois de 11 temporadas entre Japão, Qatar e França, Emerson conquistou a torcida logo na apresentação ao chorar com a oportunidade de atuar no clube do coração. O passo seguinte foi reforçar o carinho dentro de campo. Autor de dez gols em 24 jogos, ele ganhou elogios por sua disposição, técnica e oportunismo em momentos importantes no Brasileiro.

Após a primeira investida do Al-Ahli, há dez dias, a torcida o fez chorar no Maracanã ao gritar “Fica, Emerson”. A resposta foi adiada, e ele chegou a decidir que permaneceria. Mas os persistentes árabes aumentaram a oferta de R$ 12,5 milhões por dois anos de contrato e o convenceram a sair. Ele pensou no futuro dos três filhos: Kevin, Henry e Emerson Filho.

A ideia é se despedir do Flamengo na partida de quinta-feira contra o Cruzeiro, no Maracanã. Nesta segunda, ele foi à Gávea e, visivelmente abatido, cumprimentou integrantes da comissão técnica e comunicou a decisão.

Na nova equipe, o atacante disputará o Campeonato Mundial Interclubes, em dezembro, em Abu Dahbi. Admirador do futebol do Sheik, Andrade deve efetivar Denis Marques ao lado de Adriano nos próximos jogos.

Uma cena lamentável marcou o clássico argentino na categoria sub-14 entre Boca Júniors e River Plate. O jogo chegava nos minutos finais quando os pequenos jogadores, de ambas as equipes, trocaram socos e pontapés e alguns saíram sangrando do gramado durante uma briga que durou pouco mais de meio minuto.

O jogo estava 2 a 1 para o Boca e corria normalmente quando o juiz Fernando Broin marcou um pênalti para o River, já nos acréscimos do segundo tempo. O treinador Roberto Pompei, do Boca, invadiu o gramado e foi discutir com o árbitro. Não demorou para que algumas trocas de empurrões terminassem com um soco no atacante que sofreu a penalidade e começasse toda a confusão.

- Houve um soco de um jogador do Boca mas a reação dos nossos atletas não se justifica – disse Ricardo De Angeli, treinador do River Plate.

Os cerca de 600 torcedores que se encontravam no estádio ajudaram a esquentar ainda mais o clima gritando palavras de incentivo a agressão. O saldo da confusão foram quatro adolescentes machucados, sete expulsos e a suspensão do treinador Pompei, que começou toda a confusão.

- Não é legal que se passem este tipo de coisas nesta idade. Vamos avaliar o acorrido com as pessoas que estavam no local – comentou o presidente do Boca Juniors Jorge Ameal.

Na dança das cadeiras da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, o Grêmio deu um “chega pra lá” no Flamengo para fechar o primeiro turno em um lugar mais confortável, com boa vista para a zona de classificação para a Libertadores da América. O Tricolor aproveitou a força do Olímpico, onde não perde há quase um ano, e goleou o Rubro-Negro por 4 a 1. Os gols dos gaúchos foram marcados por Perea, Réver e Jonas, duas vezes, mas quem brilhou mesmo foi o goleiro Victor. Everton fez para os cariocas.

Com o resultado, o Grêmio subiu na tabela, ultrapassando o próprio Flamengo. A equipe de Paulo Autuori subiu para 28 pontos, na sétima colocação. O time de Andrade, estacionado nos 27, caiu para décimo.

As duas equipes voltam a campo no meio da semana. Na quarta-feira, o Grêmio visita o Santos, na Vila Belmiro. Na quinta, o Flamengo recebe o Cruzeiro, no Mineirão.

Cada aplauso que o goleiro Victor recebeu ao sair de campo no primeiro tempo foi justificado. Por culpa dele, Adriano deixou de ser artilheiro para virar garçom. O Imperador rubro-negro bem que tentou fazer o que mais sabe, mas balançar a rede tricolor se tornou uma tarefa quase sobre-humana nos 45 minutos iniciais. O ídolo gremista fechou o gol. Só não pegou uma. E faltou pouco para agarrar até essa.

O Flamengo foi melhor no primeiro tempo. A superioridade carioca foi resultado direto do rendimento das duas equipes no meio-de-campo. No lado tricolor, Túlio não funcionou como auxiliar de Douglas Costa na articulação e Réver, como primeiro volante, não teve a mesma eficiência de quando é zagueiro. No Rubro-Negro, Fierro foi apenas regular, mas Lenon jogou como se fosse titular do Flamengo há décadas. Willians incomodou Douglas Costa o tempo todo. Com boas saídas também pelas laterais, o time de Andrade impediu o Grêmio de anular o acesso a Adriano. E aí esteve um problema dos grandes para a equipe gaúcha.

O Grêmio saiu na frente em um momento comovente para os tricolores. Aos 15 minutos, Jadilson cruzou da esquerda e Perea, de cabeça, fez 1 a 0. O colombiano não marcava um gol desde agosto do ano passado. Ele passou a temporada lesionado, quase esquecido. No momento em que viu a bola entrar no gol de Bruno, o jogador saiu correndo feito criança. Era o renascimento dele. Não foi por acaso que quase todos os jogadores do Grêmio correram para abraçar o gringo.

A vantagem azul durou dez minutos. Aos 25, o Flamengo empatou em linda assistência de Adriano. Cercado pela zaga tricolor, o centroavante rolou para Everton, na esquerda. O chute cruzado desviou nas mãos do goleiro Victor. A bola rumou mansa para dentro do gol, quase em câmera lenta. O Fla alcançava uma igualdade que só não virou vantagem no primeiro tempo porque Victor, a partir dali, pegou todas.

Aos 33 minutos, a bola chegaria ao pé de Adriano, e o Flamengo viraria o jogo se Victor não antevisse a jogada e abafasse o cruzamento. Aos 35, teve muito gremista fechando os olhos para não ver a concretização de um lance que tinha cara de festa rubro-negra. O Imperador passou fácil pela zaga gremista e ficou cara a cara com Victor. Era o centroavante contra o goleiro. E o goleiro ganhou. Milagre.

O lance do gol de Everton não foi o único momento de garçom de Adriano. Com 42 minutos, o camisa 9 deu passe de primeira, daqueles que só os craques fazem, para Emerson. O Sheik entrou livre para marcar. E Victor pegou mais uma.

A torcida gremista resmungou da arbitragem. Pediu toque de Ronaldo Angelim dentro da área e reclamou de faltas não-marcadas. Réver, de cabeça, quase marcou aos 41 minutos. A bola passou muito perto da trave de Bruno.

Bruno tentou imitar Victor no segundo tempo. Com o Grêmio no abafa, o goleiro flamenguista também fez defesas de cair o queixo. Aos quatro minutos, abafou a boa jogada de Jonas. O lance rendeu escanteio, que terminou em cabeceio forte de Rafael Marques. Bruno espalmou.

Mas não se pode pegar todas, como também aconteceu com Victor no primeiro tempo. Aos 12 minutos, o zagueiro/volante Réver tabelou com Douglas Costa, avançou com dribles e mandou a pancada. A bola passou por baixo de Bruno para colocar o Grêmio novamente em vantagem. Uma falha e tanto.

O Grêmio tentou seguir no ataque para evitar a pressão do Flamengo, mas foi impossível impedir novas chances para o adversário. Victor voltou a brilhar. Pegou uma pancada de Adriano e um chute colocado de Emerson. No ataque, o Tricolor ainda conseguiu fazer o terceiro. Perea foi derrubado por Aírton aos 35 minutos. Pênalti. A torcida gritou o nome de Victor antes e depois de Jonas cobrar e fazer. Um minuto depois, David derrubou Joílson dentro da área. Outro pênalti e novo pedido para o camisa 1 ir ao ataque. Não foi. Jonas bateu forte no centro do gol e fez o quarto. Em um jogo com cinco gols e boas alternativas ofensivas, o craque vestiu luvas.

Após abrir boa vantagem no primeiro tempo, o Goiás quase pôs tudo a perder, mas conseguiu derrotar o Vitória por 3 a 2, no Serra Dourada, neste domingo, pela 19ª rodada do Brasileirão. Com o resultado, o time esmeraldino, que marcou duas vezes na etapa inicial, com Felipe Menezes e Fernando, chegou à vice-liderança provisória da competição, com 35 pontos. A reação do time rubro-negro, que segue com 25 pontos, e caiu para a 11ª posição, começou no primeiro tempo, com Leandro Domingues, e Neto Berola, na segunda metade do confronto. Mas, depois de estarem muito perto de virar a partida, os baianos foram castigados com a cabeçada certeira do lateral Júlio César, no último minuto da partida.

Apesar do tropeço, o Vitória, que não vence há cinco rodadas, demonstrou uma nova postura, na reestreia do técnico Vagner Mancini no comando da equipe.

O time baiano volta a campo na quarta-feira, quando recebe o Atlético-PR no Barradão. Já o Goiás enfrenta o Náutico nos Aflitos, na quinta-feira.

Em início de jogo marcado pela cautela dos dois times, o Vitória apareceu melhor. Já aos dois minutos, Roger fez boa jogada pela direita, invadiu a área, mas se atrapalhou e desperdiçou a chance de abrir o placar. O Leão voltou a levar perigo aos 15, em chute de Leandro Domingues defendido por Harlei.

Mas o Goiás não demorou a acordar. Aos 25, Léo Lima tabelou com Iarley, recebeu na área, mas bateu por cima do gol. O time esmeraldino insistiu e, aos 26, o próprio Léo Lima viu Felipe Menezes invadindo a área pela direita, fez o passe e viu o camisa 10 tocar entre a trave e o goleiro Gléguer para abrir o placar.

Embalado, pelo primeiro gol, os donos da casa ampliaram aos 31. Iarley invadiu a área pela esquerda, driblou a zaga e tocou para Fernando, que vinha de trás, marcar o segundo.

Ao invés de se abater, os visitantes correram atrás do prejuízo. Aos 33, Leandro Domingues ganhou a disputa pela bola na entrada da área goiana e, na saída de Harlei, mandou por cobertura para o fundo das redes.

O empate poderia ter saído aos 36. Jackson recebeu belo passe de Leandro Domingues, dentro da área, mas chutou muito mal e isolou. Na sequência, Felipe Menezes arriscou de fora da área e quase pegou Gléguer de surpresa, mas a bola saiu raspando na trave direita do camisa 12 rubro-negro.

Apesar da desvantagem no placar, o Vitória ficou com um jogador a mais em campo aos 44, depois que Ramalho, que já havia sido advertido com o cartão amarelo, interrompeu o contra-ataque baiano com falta e acabou expulso.

A equipe do técnico Hélio dos Anjos voltou dos vestiários com o volante Gomes no lugar de Felipe Menezes. Mesmo desfalcado, o Esmeraldino teve a primeira boa chance da segunda etapa. Aos cinco, Leandro Euzébio recebeu cruzamento na pequena área, de frente para o gol, mas não teve domínio e jogou fora boa chance de definir a partida. Aos dez, foi a vez de o Rubro-Negro devolver o favor, e, após bola alçada por Leandro Domingues, Roger cabeceou para fora, apesar de ter o gol aberto para empatar.

Percebendo o cansaço de alguns de seus jogadores, o técnico Vagner Mancini pôs Carlos Alberto no lugar de Gil, e Neto Berola na vaga de Willian.

As trocas surtiram efeito aos 13. Neto Berola avançou pelo meio e arriscou de fora da área. Harlei pulou para defender, mas a bola ainda bateu na trave direita do goleiro esmeraldino antes de entrar.

O Vitória sentiu que os três pontos estavam ao seu alcance, e os jogadores aumentaram a pressão. Aos 24, Neto Berola recebeu dentro da área, mas chutou fraco em cima de Harlei. O autor do segundo gol baiano desperdiçou nova chance aos 28, quando cabeceou pela linha de fundo, a centímetros da trave. Aos 29, o goleiro Harlei mostrou serviço e fez bela defesa em chute forte de Roger.

Mas o time Rubro-Negro acabou sofrendo dois golpes nos momentos finais da partida. Após tentar cavar um pênalti, Leandro Domingues foi expulso de campo. Aos 45, em um dos poucos ataques dos goianos no segundo tempo, Júlio César recebeu cruzamento na área e, de cabeça, pôs o time à frente no placar novamente. Sem que houvesse tempo para uma nova reação, o Vitória amargou seu quinto jogo sem vencer.

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