Na onda mais perigosa do mundo, assustar Kelly Slater é tarefa dura. Com uma nota 9,80 – conquistada na terceira fase -, o australiano Adam Melling tentou, mas caiu diante nas oitavas de final. O americano não superou a maior nota do campeonato, mas chegou perto. Tirou 9,37 e, com 17,70 pontos (em 20 possíveis), deu mais um passo rumo ao quarto título da quinta etapa do Circuito Mundial.

Adam vinha embalado pela vitória contra o havaiano Dusty Payne. Chegar perto de sua melhor nota, porém, parecia impossível. As ondas nesta sexta não ajudavam.

Nas marolas taitianas, Slater pegou a primeira onda que rendeu com nota acima dos cinco pontos. Aos 10 minutos, entrou em um longo tubo, mas não conseguiu sair dele. Ganhou 4,77 e viu, logo depois, Melling dar o troco com 6,50.

O aussie só precisava de 3,87 para virar, mas o americano, com o sinal de alerta ligado, remou rapidamente para uma outra onda. E se os tubos estavam fracos, o jeito foi tentar manobras. Assim, arrancou 8,33.

Melling agora precisaria trocar sua nota mais baixa – 1,00 – por 7,44. Tirou 1,93 e viu Slater mais uma vez entrar, mas não sair de um tubo. Ganhou 7,33. O melhor, porém, estava por vir. Mais uma boa onda, rasgadas, tubo e nota 9,37.


Oitavas de final:
1. CJ Hobgood (EUA) 13,50 x 8,67 Dane Reynolds (EUA)
2. Tiago Pires (POR) 14,83 x 12,83 Adriano de Souza (BRA)
3. Fredrick Patacchia (HAV) 10,00 x1,10 Owen Wright (AUS)
4. Jeremy Flores (FRA) 10,00 x 5,37 Manoa Drollet (TAH)
5. Kelly Slater (EUA) 17,70 x 8,43 Adam Melling (AUS)
6. Adrian Buchan (AUS) 16,37 x 8,83 Michel Bourez (TAH)
7. Andy Irons (HAV) 14,17 x 14,07 Mick Fanning (AUS)
8. Patrick Gudauskas (EUA) 17,00 x 13,66 Damien Hobgood (EUA)


Na cabeça, dreadlocks à Bob Marley. No uniforme, short azul, munhequeiras amarelas e cadarços de cores diferentes. O visual de Dustin Brown, fora dos padrões do tênis, combinado com um estilo de jogo cheio de curtinhas e subidas inesperadas à rede, conquistou a torcida no Estádio Arthur Ashe. O jamaicano só não conseguiu a vitória. Diante de Andy Murray, número 4 do mundo, Brown deu algum trabalho, mas só no primeiro set. O escocês saiu com a vitória por 7/5, 6/3 e 6/0.
Era apenas a terceira partida de Dustin Brown, 25 anos, em uma chave principal de Grand Slam. Sua estreia foi há pouco mais de dois meses, em Wimbledon. Acabou derrotado pelo austríaco Jurgen Melzer (15 do mundo hoje), rival forte demais para quem costuma disputar torneios da série Challenger - caso de Brown.

O jamaicano nascido na Alemanha - filho de um pai jamaicano e uma mãe alemã - teve mais sorte em Flushing Meadows. Sorteado para estrear conta o espanhol Rubén Ramirez Hidalgo, 92º no ranking, Brown aproveitou a chance. Por 6/4, 7/6(6) e 7/5, conseguiu sua primeira vitória em um Slam e 45 valiosos pontos no ranking mundial.

Para Murray, vice-campeão do US Open em 2008, a vitória desta sexta-feira significou uma rotineira vaga na terceira rodada do US Open. Seu próximo adversário será o suíço Stanislas Wawrinka (27), que passou pelo argentino Juan Ignacio Chela (51) por 7/5, 6/3 e 6/4.

Confira os resultados desta sexta em Nova York, pela segunda rodada:

Andy Murray(GBR)[4] 3 x 0 Dustin Brown(JAM) 7/5, 6/3 e 6/0
John Isner(EUA)[18] 3 x 1 Marco Chiudinelli(SUI) 6/3, 3/6, 7/6(7) e 6/4
Sergiy Stakhovsky(UCR) 3 x 2 Ryan Harrison(EUA) 6/3, 5/7, 3/6, 6/3 e 7/6(6)
Mikhail Youzhny(RUS)[12] 3 x 1 Dudi Sela(ISR) 6/1, 6/3, 4/6 e 6/3
Tommy Robredo(ESP) venceu Julien Benneteau(FRA) 6/4, 6/6 e abandono
Michael Llodra(FRA) 3 x 0 Victor Hanescu(ROM) 7/6(2), 6/4 e 6/2
David Ferrer(ESP)[10] 3 x 0 Benjamin Becker(ALE) 6/3, 6/4 e 6/4


Pouco menos de dois meses depois de se sagrar campeã mundial pela primeira vez, a Espanha não teve muito trabalho para golear a modesta seleção de Liechtenstein por 4 a 0, nesta sexta-feira, no jogo de abertura do grupo I das eliminatórias da Eurocopa 2012. Atual detentora do caneco da competição, a Fúria contou com a boa atuação do atacante Fernando Torres, autor de dois gols, para conseguir o tranquilo triunfo na cidade de Vaduz e começar bem a campanha pelo tricampeonato (além de 2008, conquistou o título em 1964).
Começo avassalador

Com praticamente o mesmo time que entrou em campo na final da Copa contra a Holanda - as mudanças foram Marchena na vaga de Puyol (machucado) e Fernando Torres no lugar de Pedro -, a Espanha começou a partida mostrando que não ia dar a mínima chance de Liechtenstein aprontar qualquer surpresa.

Logo aos dois minutos, Iniesta acertou forte chute cruzado e obrigou o goleiro Jehle fazer excelente defesa. O arqueiro teve mais trabalho um minuto depois em uma cabeçada de Villa.

Sem conseguir sequer passar do meio de campo, os anfitriões acabaram sofrendo o primeiro gol aos 17 minutos. Iniesta deu belo passe para Fernando Torres pelo lado direito. O atacante do Liverpool dominou e, com um leve toque de cobertura, anotou um golaço.

Villa fica perto de recorde de Raúl

Aos 26, David Villa, com uma bomba de fora da área, ampliou o placar. O tento deixou o atacante do Barcelona perto da marca do veterano Raúl, maior artilheiro da história da seleção da Espanha com 44 gols.
No segundo tempo, o técnico Vicente Del Bosque sacou Xavi e colocou Fábregas. Apesar da troca, a Espanha seguiu ditando o ritmo. Aos oito, Fernando Torres recebeu dentro da área e, com um forte arremate, fez o terceiro.

Aos 16, David Silva, que havia entrado na vaga justamente do artilheiro do dia, Fernando Torres, recebeu linda assistência de Busquets e transformou o triunfo em goleada. Villa, no último minuto, acertou o travessão e perdeu a chance de igualar o recorde de Raúl.

Na próxima terça-feira, a Espanha vai a Buenos Aires enfrentar a Argentina em amistoso no estádio Monumental de Nuñez. Em outro jogo da chave I, a Lituânia recebeu a Escócia e ficou no empate de 0 a 0.

ataque de Porto Rico é o maior perigo na estreia em Taipei

Postado por Suh quinta-feira, 19 de agosto de 2010 0 comentários

O fato de deter o título da última temporada e ser a maior vencedora do Grand Prix de vôlei feminino não engana a seleção brasileira. Para a estreia nos três últimos jogos da fase classificatória, em Taipei, contra Porto Rico, é preciso atenção. Por isso, o treinador José Roberto Guimarães alerta para o ponto forte das adversárias e ressalta que a inexperiência do time portorriquenho (é apenas a segunda participação do país na competição) ainda não deve ser levada em conta nesta etapa.

- Porto Rico é um adversário sempre perigoso, que tem no ataque o seu ponto forte. A base da equipe é a mesma do ano passado. O time conta com duas boas jogadoras: a ponteira Aurea Cruz e a central Ocasio. A experiência, ela pesa em momentos decisivos, não serve como diferencial nesta primeira fase - comentou o técnico.

O Brasil estreia no Grand Prix nesta sexta-feira, às 4h30m (de Brasília). O segundo jogo será contra as donas da casa - às 5h30m de sábado nossas meninas enfrentam Taiwan. Já no domingo é a vez de encarar a Polônia, às 3h30m. O SporTV transmite todas as partidas, e a TV Globo, a última.

Tentando encontrar a melhor formação da equipe, Zé Roberto afirmou que continuará promovendo mudanças. De acordo com o treinador, a maior preocupação é fazer com que haja um equilíbrio entre as jogadoras, estando todas em uma mesma condição.

- Para a fase final, o grupo será muito importante. Serão cinco jogos em cinco dias. Precisaremos fazer substituições e a jogadora que entrar não pode deixar o nível cair. Por isso, vamos continuar alterando a equipe e dando oportunidades para todas - explicou o técnico, que vem promovendo um revezamento entre as ponteiras Mari, Jaqueline e Paula, e na última partida, contra a China, começou com a levantadora Fabíola no lugar de Dani Lins.

A última etapa do Grand Prix está marcada para a próxima semana, entre os dias 25 e 29 de agosto, em Ningbo, na China. Os cinco melhores times da primeira fase mais a equipe chinesa (por ser sede das finais) garantem vaga.


Uma Libertadores em portunhol, uma conquista com parrillada e churrasco, um título brasileiro com alma sul-americana. O Inter mais estrangeiro de todos os tempos alcançou seu objetivo. A façanha desta quarta-feira com a vitória por 3 a 2 sobre o Chivas respaldou a decisão colorada de apostar em jogadores de fora do país. O elenco vermelho teve cinco gringos: três argentinos e dois uruguaios. Guiñazu, D’Alessandro, Abbondanzieri, Sorondo e Bruno Silva contribuíram decisivamente para tornar o Inter bicampeão da América.

A presença deles não foi por acaso. A diretoria percebeu que ter atletas acostumados às andanças pela América do Sul poderia ser decisivo. Até as quartas de final, o projeto foi encabeçado pelo técnico Jorge Fossati, mais um uruguaio.

O valor da aposta nos estrangeiros teve um momento emblemático quando Pato Abbondanzieri, em Quito, convenceu a arbitragem a cancelar um pênalti absurdo a favor do Deportivo. Enquanto todo o time do Inter ameaçava de morte o árbitro, o goleiro três vezes campeão da Libertadores foi na direção do auxiliar e o convenceu a avisar o juiz que a marcação tinha sido um erro. E conseguiu. O pênalti, mesmo na casa do adversário, foi anulado.

Abbondanzieri não foi titular absoluto do Inter. Primeiro, desbancou Lauro. Depois, foi desbancado por Renan. No fim, teve participação mais discreta do que seus dois conterrâneos. Guiñazu, adorado pela torcida, foi o capitão do time até as semifinais, quando a braçadeira, com a chegada de Celso Roth, passou para o braço de Bolívar. D’Alessandro não chegou a ter atuações excepcionais como na Sul-Americana de 2008, mas manteve sempre uma média alta. Foi fundamental.

O curioso é que coube a Sorondo, uruguaio, reserva, o único gol estrangeiro do Inter na Libertadores. E que gol... Ele garantiu, em cabeceio, a vitória do Colorado sobre o Estudiantes no primeiro jogo das quartas de final, no Beira-Rio. Foi por causa desse lance que o time gaúcho conseguiu se classificar mesmo com derrota de 2 a 1 na Argentina. O zagueiro, porém, teve pouco brilho no torneio. Foi quase sempre reserva. Na reta final, passou a sequer ser relacionado.

O lateral-direito Bruno Silva começou o ano disputando vaga com Nei. E não conseguiu superá-lo. Nos tempos de Jorge Fossati, até teve chances. Com Celso Roth, perdeu muito espaço. Mesmo assim, pode dizer que é campeão da América aos amigos colorados da fronteira entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai.


O técnico da seleção brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, soube do adiamento da partida contra a China, em Macau, oito horas antes do horário previsto para o início do jogo. Em reunião durante a madrugada, o presidente da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), Jizhong Wei, e membros do Comitê Organizador do Grand Prix, decidiram atender ao pedido das autoridades chinesas, que decretaram luto oficial em respeito às vítimas das chuvas que afetaram o país. Brasil e China entrarão em quadra nesta segunda-feira, às 6h (de Brasília). O SporTV transmitirá ao vivo.

Os torcedores que tinham comprado ingressos serão reembolsados. A entrada no Fórum de Macau será gratuita.

- Recebi a notícia hoje de manhã. Estavam todos muito preocupados. Dirigentes passaram a noite discutindo o problema. Mas não há como lutar contra os fatos. Entendemos perfeitamente a situação e lamentamos pelo ocorrido. Tivemos que alterar a nossa programação. A equipe estava concentrada para jogar hoje (domingo). Mas a mudança não nos prejudica em nada. Sempre fomos muito bem recebidos em Macau e compreendemos a decisão - disse Zé Roberto.

As jogadoras aproveitaram o adiamento para treinar e estudar as adversárias.

- É claro que estávamos preparadas para jogar hoje, mas vamos manter a concentração para a partida de amanhã - disse Fabiana.

O adiamento da partida acabou beneficiando temporariamente o Japão. O time derrotou Taiwan por 3 sets a 0 e assumiu a liderança do torneio. A Polônia, segunda colocada, derrotou a Alemanha por 3 a 1. Japonesas e polonesas estão com 15 pontos. Chinesas e brasileiras, com um jogo a menos, somam 13 e 12 pontos respectivamente.


Depois de uma semana em Nova York, a seleção brasileira masculina de basquete começa a escrever, em uma arena de touros na Espanha, um importante capítulo na preparação para o Mundial da Turquia. Para o técnico Rubén Magnano, argentino campeão olímpico em Atenas-2004, um desafio especial. Nesta terça-feira, às 15h30m, ele comandará o time brasileiro contra a seleção de seu país pela primeira vez. Neste domingo, os hermanos amargaram na estreia do torneio amistoso uma derrota para os donos da casa: 86 a 76.

O torneio será na Praça de Touros La Ribeira, em Logroño. O estádio, com capacidade para dez mil pessoas, foi adaptado para sediar a competição, que reunirá apenas as três equipes. Na terça, o Brasil encara a Espanha.

Magnano ainda não poderá contar com Nenê e Thiago Splitter. Eles devem jogar a partir do Torneio Internacional de Lyon, na França.

- Minha expectativa é muito boa para essa estreia contra a Argentina. Temos o
comprometimento dos atletas e um bom material para fazer um jogo extraordinário. Acredito que entrar numa disputa contra a Argentina vestindo a camisa do Brasil vai ser um pouco estranho, mas tenho uma boa relação com todos os atletas argentinos e tenho certeza de que será uma boa partida. Amanhã será um dia bastante especial - disse Rubén Magnano.

O Mundial da Turquia começa no dia 28 de agosto. O Brasil está no grupo “B”, assim como Irã , Tunísia e Estados Unidos.


eve sabor de revanche. E, de quebra, valeu um bicampeonato. O verdadeiro teste de paciência que se tornou a final do Masters 1.000 de Toronto por conta das interrupções causadas pela chuva coroou o britânico Andy Murray neste domingo. Ele conquistou o título ao vencer o suíço Roger Federer, vice-líder do ranking mundial, por 2 sets a 0 (duplo 7/5) em jogo cheio de quebras de serviço. Em duas horas e quatro minutos de jogo, o número 4 do mundo devolveu a derrota sofrida em janeiro, na decisão do Australian Open, quando Federer levou a melhor.

O bicampeonato de Murray, que havia vencido no Canadá no ano passado, foi a primeira conquista do britânico no ano e o seu quinto troféu em Masters, igualando a marca do brasileiro Gustavo Kuerten e do sérvio Novak Djokovic, que também são pentacampeões.

Para chegar à final, Murray derrotou o número 1 do mundo, Rafael Nadal, por 2 sets a 0, em um confronto de total domínio do britânico. Já Federer tirou Djokovic após duas horas e 22 minutos de um jogo intenso, vencendo por 2 sets a 1. Desde que foi campeão na Austrália, Federer disputou apenas a final do Masters de Madri e foi mal em Roland Garros e Wimbledon, caindo uma posição no ranking. Com o título, Murray fatura U$ 443.500 (cerca de R$ 780 mil) e mil pontos no ranking, enquanto Federer leva U$ 222.000 (cerca de R$ 390 mil) e 600 pontos. No entanto, as pontuações não são suficientes para provocar mudanças de posição.

Em set equilibrado, Murray leva a melhor

A chuva atrasou em 25 minutos o início da partida. Mas logo ela deu uma trégua, e Federer começou sacando para marcar o primeiro ponto. No entanto, Murray quebrou o serviço do suíço e já abriu 1/0. Defendendo o serviço no game seguinte, fechou novamente para ampliar. Não satisfeito, aproveitou o mau começo de jogo de Federer e quebrou novamente o serviço do vice-líder do ranking.

Mas Federer, após a pausa entre o terceiro e o quarto games, retomou a concentração e fechou em 40/0, vencendo seu primeiro game no jogo e quebrando o serviço de Murray. O saque tornou-se uma arma importante para o suíço, que forçou no fundamento e evitou que o britânico conseguisse boas devoluções. Mais um game vencido, e a diferença caía para 3/2.

Provando não ter saído do jogo, Murray venceu mais um, mas Federer logo encostou, deixando 4/3. Sacando no oitavo game, o número 4 do mundo confirmou seu serviço, mas o suíço também evitou uma quebra, novamente forçando no primeiro serviço, o que dificultou a recepção do adversário. E foi justamente neste fundamento que Murray pecou no décimo game, cometendo uma dupla falta e permitindo que Federer quebrasse seu serviço, empatando o jogo em 5/5.

Um pequeno intervalo, e mais uma quebra. No décimo primeiro game, talvez o mais disputado até então, Murray levou a melhor. Embalado, voltou a vencer e fechou o primeiro game em 7/5. Já eram passados 46 minutos de jogo em Toronto.

No segundo set, Federer confirmou seu serviço, e Murray, apesar das duas duplas faltas cometidas, também. Na sequência, o suíço voltou a vencer. O cronômetro marcava uma hora e dois minutos de partida quando a chuva voltou a aparecer. Foi quase uma hora de paralisação, mas o tempo fez bem a Murray, que, na volta, venceu por 40/0 e deixou tudo igual. Mais um pouco de interrupção por conta da chuva, e o jogo voltou. Outra vez o britânico venceria, agora quebrando o saque de Federer.

A chuva parecia que não iria permitir o fim do jogo. No entanto, após um longo tempo de espera, ela parou e foi possível continuar a decisão. Dessa vez, quem voltou melhor foi o suíço. Apesar das ótimas defesas de Murray, Federer conseguiu quebrar o serviço, empatar e, em seguida, confirmar para virar em 4/3. Os dois trocaram vitórias em games até Murray novamente conquistar uma quebra e deixar em 6/5.

Era a hora de fechar. Com o saque a favor, ele precisou de habilidade e principalmente de paciência para derrotar Federer no último game. Após salvar um break point, ele acertou dois aces seguidos, levou um ponto, fez outro e, enfim, fechou em 7/5 para se sagrar bicampeão.

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