Sandro Siqueira é barrado em teste no Santa Cruz,por ser Gari

Postado por Suh sexta-feira, 4 de setembro de 2009 0 comentários

Uma história de preconceito no futebol gerou polêmica no Santa Cruz. O clube está testando jogadores profissionais e amadores. Entre os amadores, havia um convidado pelo clube para o teste. Porém, por ser gari, Sandro Siqueira foi proibido de tentar realizar um sonho de criança.


Pai de duas filhas e com 29 anos, ele já havia desistido da carreira no futebol. Então, viu na função de gari a oportunidade de sustentar sua família. Com o salário de R$ 610, o objetivo era alcançado dia a dia. No entanto, a sorte bateu a porta de Sandro e ele sonhou em poder pisar nos gramados como jogador.

- Quando eu cheguei para trabalhar, os caras falaram que tinha uma peneira do Santa Cruz. Peguei a chuteira do roupeiro emprestada, porque eu não tinha uma. Treinei e fui selecionado para vir jogar na quinta-feira – contou o jogador.

Ele compareceu no dia do teste. Junto com Sandro, havia mais de 20 concorrentes. Mas não foi permitido que ele realizasse a atividade.

- Infelizmente não deram oportunidade. Não tinha chance de eu treinar no Santa Cruz porque eu sou gari, atrapalharia a imagem do clube – lamentou.

Wilton Bezerra, técnico dos juniores que comandou o treino não quis entrar em detalhes sobre a dispensa de Sandro.

- Do que ele disse, não posso falar nada. É com ele, não comigo - afirmou o treinador.

Pior que a negativa do treinador em falar sobre o caso foi a declaração de um dirigente. Sem saber que estava sendo gravado, o supervisor de futebol, Flávio Lira, disse:

- Tudo isso é munição para a negada ficar zoando ainda mais com o pessoal. Pode ter certeza que o que vai rolar na cidade é isso. Vão dizer que está todo mundo entrando no Santa Cruz. Infelizmente é.

O diretor de futebol do Santa Cruz, Nevton Borba, comentou o caso. Segundo o dirigente houve um mal entendido.

- Existe um grande mal entendido, o Sandro não foi barrado. O Dado Cavalcanti estava selecionando atletas de clubes para fazer um coletivo, descobrimos que ele não era de nenhum clube, só de outra atividade. Ele não sabia que o Sandro não era de nenhum clube - disse.

Atualmente Sandro Siqueira está desempregado.E o sonho de jogador futebol também já não existe mais.

A Renault foi convocada a comparecer ao Conselho Mundial de Esporte a Motor pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no dia 21 de setembro, em Paris, para responder às acusações de ter causado deliberadamente um acidente no GP de Cingapura do ano passado.

- Os representantes do time (Renault) foram chamados para responder às acusações, incluindo uma infração do artigo 151c do Código Esportivo Internacional, já que o time conspirou com seu piloto, Nelson Piquet Jr, para causar uma batida deliberadamente no GP de Cingapura de 2008, com o objetivo de causar a entrada do safety car para favorecer o outro piloto, Fernando Alonso – diz o site oficial da FIA.

O artigo 151c pune “qualquer conduta fraudulenta ou qualquer ato prejudicial aos interesses de qualquer competição ou ao interesse dos esportes a motor em geral”. A punição é extremamente variada, desde advertência e multa até suspensão de corridas e exclusão do campeonato.

Na ocasião, Fernando Alonso tinha feito uma troca de combustível bem cedo, era o último colocado e estava praticamente sem chances na corrida. A batida de Nelsinho Piquet causou a entrada do safety car, perfeita para Alonso, que conseguiu chegar à primeira posição. A ordem teria sido dada pelo chefe da equipe, Flavio Briatore.

- Foi um erro. Tentamos duas estratégias extremas com o Fernando logo no início torcendo por um safety car. Estamos sempre arranhando paredes, e quando você toca um pouco mais forte nelas pode perder o controle. É isso – disse Piquet na época.

No entanto, surgiram suspeitas nos últimos tempos quanto à situação em que a batida de Nelsinho aconteceu. O fato de as acusações surgirem logo depois da demissão de Piquet da Renault levantaram especulações de que o brasileiro seria responsável pelas informações que iniciaram a investigação.

Os jogadores da seleção brasileira esperam aproveitar o desespero dos argentinos pela vitória neste sábado, no duelo no Gigante de Arroyito, em Rosário. Se o Brasil está em uma posição confortável e lidera as eliminatórias com 27 pontos, a Argentina vive um momento delicado. Com 22 pontos, nossos hermanos estão em quarto lugar e ameaçados por Equador e Uruguai. Apenas os quatro primeiros nas eliminatórias sul-americanas se classificam para a África do Sul (o quinto disputa uma repescagem).

E a tabela não é nada favorável aos argentinos. Depois do Brasil, eles ainda enfrentam o Uruguai e o Paraguai fora de casa. Por isso, uma derrota para a seleção seria desastrosa e deixaria os argentinos seriamente ameaçados.

- A Argentina precisa muito mais da vitória do que o Brasil. O Brasil hoje está aqui para vencer. Mas a Argentina está desesperada pela vitória. Eles trouxeram a partida para um campo em que a torcida fica mais próxima, onde há uma pressão maior. Mas estamos acostumados com a pressão, com clássicos, os grandes jogos. Atuamos em grandes clubes europeus - disse Felipe Melo.
O capitão Lúcio disse que o Brasil não tem culpa pela atual fase dos argentinos. E que não pode se preocupar com isso.
- Sem dúvida o nosso objetivo é vencer para buscar a nossa classificação. Não podemos pensar na situação do adversário. É um jogo difícil, é uma rivalidade, mas nosso objetivo é nos classificar. Não pensamos no que vai acontecer com eles - disse Lúcio.

O goleiro Julio César joga ao lado cinco argentinos no Inter de Milão. E sentiu bem antes de se apresentar à seleção brasileira a situação dos companheiros. O camisa 1 não perdeu a chance de provocar um pouco os amigos.
- Essa brincadeira que rola antes do clássico é saudável. No Inter há cinco argentinos e ninguém quer perder a partida porque quando você volta ao clube, precisa aturar as brincadeira. Espero voltar para Milan e gozar um pouco o Zanetti - disse Julio César.
Felipe Melo lembra que quando a bola rolar, as amizades ficam em segundo plano.
- Amizade existe, mas só quando acabam os 90 minutos. Posso jogar com o meu irmão e vou querer vencer dele. Claro que com lealdade. Conhecemos a catimba argentina, mas temos as nossas armas. A amizade é fora de campo - disse o volante do Juventus.

Fernandinho diz que Messi tem cola no pé

Postado por Suh sexta-feira, 28 de agosto de 2009 0 comentários

O jogo mais importante do ano diante do pior adversário possível. Não tinha como ser mais fácil? Não, segundo o meia Fernandinho, o Shakhtar Donetsk tinha mesmo de enfrentar o Barcelona na decisão da Supercopa da Europa, nesta sexta-feira, no estádio Louis II, em Mônaco.

O título da competição é disputado em um confronto entre o campeão da Liga dos Campeões e o da antiga Copa da Uefa (agora chamada de Liga Europa). O Barcelona chega com fama de melhor time do mundo e empurrado pelos jogadores fantásticos, principalmente por Messi. E o Shakhtar entrará em campo machucado pela eliminação precoce na fase eliminatória da Liga do Campeões (derrota para o Timisoara, da Romênia). A pressão é grande para o time de Donetsk. Tanto é que a comissão técnica antecipou a viagem, e a delegação chegou ao principado na quarta-feira passada, dois dias antes da final.

- Esse jogo é muito importante, é o jogo do ano para nós. Nossa situação depois da eliminação na Liga dos Campeões ficou ruim. Sabíamos que poderíamos ir mais longe na Champions. Tivemos azar. E agora temos que ir com tudo para cima do Barcelona. É bom, porque é um jogo que dará visibilidade ao Shakhtar. Uma final diante do Barcelona agora é a chance que temos de dar a volta por cima em grande estilo.

Fernandinho, por outro lado, reconhece que será mais difícil conquistar o título diante do Barça. Ele rende elogios ao jeito de o adversário jogar, aos jogadores e, principalmente, ao atacante Messi.

- Cara, joguei duas vezes contra ele. Perdi as duas. O cara tem cola no pé. Ele não deixa a bola fugir de jeito nenhum. Pela televisão as pessoas não sabem como ele é na verdade. Lá de dentro, é incrível vê-lo jogar. Ele é veloz com a bola e muito rápido no pensamento. Se você piscar, fica para trás. Na temporada passada, por exemplo, enfrentamos o Barcelona na fase de grupos da Liga dos Campeões. Vencíamos por 1 a 0 até o fim do jogo. Ele entrou e só não fez chover. Em cinco minutos fez dois gols e virou a partida - relembrou.

Fernandinho elogia o Pulga, mas sabe que não pode levar a admiração para o grama. Será preciso atenção, seriedade e doação para levantar o caneco.

- O Barça é o time mais forte do mundo no momento. Eles jogam dentro do campo adversário e, quando perdem a bola, fazem pressão, para recuperá-la o quanto antes. Acho que a chave da vitória está na marcação de Xavi e Keita. Não podemos deixar a saída de bola funcionar. Mas o nosso time tem muitos brasileiros. E, quando temos a bola, sabemos valorizá-la. Será interessante. E acho que a partida será bonita, com um futebol ofensivo - arriscou.


Como um circo, o Barcelona à brasileira é um clube nômade. Em menos de dez anos de existência, funcionou em Jacarepaguá, Vargem Grande e Deodoro, bairros da Zona Oeste do Rio, além de ter "estendido a sua tenda" em Cachoeiras de Macacu, interior do estado fluminense. Mas essas mudanças de endereço estão com os dias contados.

Não que o Barça tupiniquim esteja nadando em dinheiro. Porém, o primo pobre do Futbol Club Barcelona, da Espanha, entrou com um processo na Fifa reivindicando uma parcela do mecanismo de solidariedade referente à transferência do zagueiro Thiago Silva do Tombense para o Milan. É o que conta o advogado do clube carioca, Alberto Macedo. - Estamos aguardando a CBF emitir o passaporte do jogador (histórico do atleta). Com este documento, entraremos com uma representação na Fifa. Mas o Milan já foi notificado e deve ter separado o dinheiro que pertence ao Barcelona – confirmou.

O ex-zagueiro do Fluminense, que tinha os direitos econômicos pertencentes ao Tombense e a um grupo de portugueses, foi vendido ao clube italiano por 9,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 25 milhões na época) no fim do ano passado. No entanto, ele jogou pelos juniores e profissionais do Barcelona Esporte Clube por um ano - de novembro de 2000 a novembro de 2001-, como consta em documento reconhecido pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj).

De acordo com o artigo 21º do Estatuto de Transferência de Jogadores, qualquer clube que tenha contribuído para a educação e a formação de um atleta deve receber uma percentagem da compensação paga ao clube anterior. - O Milan já pagou a primeira parcela do mecanismo de solidariedade ao Juventude, Porto (Portugal), Fluminense e RS Futebol. E também terá de ressarcir o Barcelona, já que a CBF também reconheceu este clube como formador do jogador – afirmou o advogado de Thiago Silva, Marcos Motta.

Além do alívio financeiro, o vice-presidente do Barcelona sonha alto. Segundo Augusto Vieira, o Barça genérico tem tudo para se tornar uma filial do homônimo original. - Fui à Espanha em 2004 e aproveitei para conversar com alguns dirigentes do Barcelona. Eles acenaram com a possibilidade de nós virarmos uma filial no Brasil, mas isso só poderia acontecer se nós tivéssemos uma sede própria. Os espanhóis deixaram claro que não pretendiam investir em um clube que não tinha endereço fixo – lembrou o dirigente.

Apesar de torcer pelo sucesso do pupilo Thiago Silva, Augusto Vieira confessa que pretende ver o zagueiro defendendo outros clubes - além do Milan. E, embora seja vascaíno e tenha assistido a vários jogos do Fluminense no ano passado, não engrossou o coro de “Fica, Thiago” – grito que ecoava constantemente no Maracanã, nas partidas do Tricolor das Laranjeiras.

- Acho que eu fui um dos poucos fãs do Thiago Silva que ficaram chateados por ele não ter se transferido para a Inglaterra, antes da proposta do Milan. Quanto mais ele rodar, melhor para a gente – brinca.

Assim com o São Cristóvão tira uma casquinha da fama do atacante Ronaldo - como clube revelador do Fenômeno -, o Barcelona pretende se autointitular criador do "Monstro". No entanto, por enquanto, o único “patrimônio” do Barça carioca é um campo arrendado por R$ 1.000 ao mês na Vila Militar, em Deodoro, Zona Oeste do Rio. Em meio a cabritos, é ali que uma equipe de juniores treina para representar o time na Terceira Divisão do Estadual.

- Se o campeonato terminasse hoje, estaríamos classificados para a Segundona. Em três rodadas, temos uma vitória, um empate e uma derrota. E olha que, como não dispomos de estádio, mandamos nossos jogos no campo do Mesquita – analisou o vice-presidente do clube.

Além do poderio financeiro, outra diferença do Barça carioca para o gringo está no escudo.

- Nosso estudo tem um desenho do Pão de Açúcar e da bandeira do Brasil, enquanto no deles há uma cruz no lado esquerdo e as cores da Espanha à direita – comparou Augusto Vieira. Barça genérico é sustentado por oito sócios

A folha do Barcelona Esporte Clube varia de R$ 15 mil a R$ 25 mil - quando o clube está disputando alguma competição. O time é bancado por um grupo de oito amigos que dividem igualmente os custos. O único patrocinador não injeta dinheiro no clube. Trata-se de uma empresa de planos de saúde que apenas empresta ambulâncias nos dias de jogos. Todos os 30 jogadores que estão inscritos na Terceira Divisão do Carioca têm idade de juniores e recebem um salário mínimo (R$ 465). Ano após ano, a equipe se "reinventa" com uma nova leva de jovens que ainda não se profissionalizaram. Estes jovens recebem camisa, short, chuteira e almoço nos dias de jogos. Quer dizer, os garotos se alimentam mesmo é do sonho de um dia vingar no futebol como o parâmetro Thiago Silva.


Aos 37 anos e bem próximo da sua segunda despedida dos gramados, programada para o fim do Campeonato Paulista do ano que vem, Marcelinho Carioca investe em outro ramo. Totalmente adaptado à atmosfera empresarial de São Paulo, o meia do Santo André construiu um centro de treinamento em Atibaia, a 50 quilômetros da capital paulista (veja no vídeo ao lado), local que pretende administrar e receber times do Brasil e também seleções.

Com 197 mil metros quadrados, o local ainda não está totalmente pronto. Mas falta pouco para que o Centro de Excelência Marcelinho Carioca esteja no mesmo nível ou ainda melhor que centros de treinamento de muitos grandes clubes do Brasil.

– A primeira fase já foi concluída. Fizemos um campo de medidas oficiais, um outro menor, 20 suítes, uma cozinha internacional, refeitório para mais de 300 pessoas, sala de convenções – explicou Marcelinho, que inaugurou o espaço com uma clínica de futebol do Roma-ITA voltado para crianças.

A rotina de jogador ainda impede o meia do Santo André de acompanhar de perto a finalização da segunta fase de obras (estão sendo construídos salas de musculação, reunião, fisioterapia, hidroterapia, vestiários e outras 25 suítes).

– Mas sempre que pode, nas folgas, eu venho aqui. Adoro ficar na sauna e naquele catinho ali – disse o jogador, apontando para uma aconchegante varanda em meio ao verde do local.

A construção do centro Marcelinho diz ser a realização de um sonho antigo. Para chegar a esse ideal, o jogador lançou mão de toda experiência adquirida ao longo de mais de 20 anos de carreira.

- Eu já vinha pensando no que fazer quando parar de jogar futebol. Daí eu já tinha o espaço e mandei fazer o levantamento da topografia e tudo mais. Já tinha jogado no Valencia-ESP, no Ajaccio-FRA, no Al-Nassr-ARA e de todos os clubes que passei eu trouxe um pouco para cá.

Tranquilo em seu espaço, Marcelinho admitiu que as polêmicas e intrigas em que se envolveu – como com Ricardinho e Luxemburgo – foram fruto da inexperiência. - Eu tinha 22, 23 anos. Hoje tenho 37 anos e dou um ou dois passos para trás para andar dez na frente. Mas as vezes não depende de mim. Não guardo mágoas no coração – disse o jogador.

Com uma volta excepcional a dois minutos do fim da segunda sessão, Lewis Hamilton foi o mais rápido da sexta-feira de treinos livres para o GP da Bélgica, que será disputado neste domingo, em Spa-Francorchamps. O inglês da McLaren ficou apenas 16 milésimos à frente do alemão Timo Glock, da Toyota, o segundo colocado.

Apesar de uma saída de pista no fim do segundo treino, Kimi Raikkonen ficou com o terceiro tempo do dia. O finlandês da Ferrari foi 44 milésimos mais rápido que o australiano Mark Webber, da RBR, o quarto. Romain Grosjean, da Renault, que participa de seu segundo fim de semana de corrida na Fórmula 1, foi o quinto, logo à frente de Giancarlo Fisichella, da Force India, o sexto.

Os carros da Brawn GP não tiveram um bom desempenho nesta sexta-feira. Jenson Button, líder do campeonato, deu 34 voltas e marcou 1m48s125. O inglês ficou na 17ª posição, uma à frente de Rubens Barrichello, vencedor do GP da Europa, que foi apenas cinco milésimos mais lento que o companheiro. O brasileiro, aliás, usou dois modelos de capacete nesta sexta: o tradicional, laranja e azul, e o que leva as cores da equipe inglesa, que estava equipado com uma viseira antiembaçante.

Luca Badoer, que substitui Felipe Massa enquanto o brasileiro se recupera do acidente sofrido no treino classificatório para o GP da Hungria, continua decepcionando. O italiano da Ferrari ficou novamente na última posição, a mais de dois segundos do tempo de Lewis Hamilton, o melhor do dia.

O italiano da Ferrari, aliás, provocou o único incidente da segunda sessão, logo aos cinco minutos. Uma calota se soltou da roda dianteira esquerda de Luca Badoer e ficou jogada na pista. Talvez ainda por trauma do incidente de Felipe Massa na Hungria, o treino foi interrompido para que os comissários recolhessem a peça. O circuito foi liberado pouco tempo depois.

Outro detalhe desta sexta-feira é que os melhores tempos do dia foram todos registrados no segundo treino livre. Como a primeira sessão só teve meia hora de pista seca antes da forte chuva, os pilotos melhoraram suas marcas da manhã belga com muita facilidade. Apenas o trabalho das equipes ficou comprometido, pois a quilometragem foi muito menor do que tradicionalmente é percorrida no primeiro dia de atividades de pista nos GPs.

Na semana em que o Palmeiras completou 95 anos de vida, quem ganhou o presente foi a torcida alviverde. A contratação do atacante Vagner Love, revelado pelo clube e que estava no CSKA (RUS), foi fechada nesta sexta-feira. Outra boa notícia é que Obina não foi envolvido na negociação e segue no Palestra Itália. Love será o dono da camisa 9, que foi recentemente de Keirrison até acertar com o Barcelona (ESP) e depois ser cedido ao Benfica (POR). A negociação é por empréstimo até julho de 2010 e o reforço deve ser apresentado já na segunda-feira.

- Passamos a madrugada toda em negociação e foi tudo apalavrado. Falta apenas a chegada de um fax do CSKA para o Palmeiras para ele ser oficializado como reforço - informa Diogo Souza, advogado do atacante.

Vagner Love, de 25 anos, chegou ao time profissional do Verdão em 2002, no time comandado pelo técnico Jair Picerni. Sua primeira partida aconteceu no dia 1º de setembro daquele ano, na partida contra o Paraná, em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o Verdão acabou goleado por 5 a 1. O primeiro gol foi marcado no dia 26 de abril de 2003, no empate por 1 a 1 com o Brasiliense, em duelo realizado na Boca do Jacaré, pela Série B. Com 19 tentos, ele foi um dos destaques do time que, no final daquele ano, conseguiria o acesso para retornar à Série A no ano seguinte.

No total, foram 68 partidas pelo time profissional do Palmeiras e 49 gols marcados.. Em junho de 2004, Love acabou negociado com o CSKA, pelo então presidente Mustafá Contursi, por US$ 7,5 milhões. Ele retorna ao futebol brasileiro para mostrar ao técnico Dunga, da seleção brasileira, que tem condições de ser um dos atacantes da equipe na Copa do Mundo de 2010, que será disputada na África do Sul.

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